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  E-call - O aparelho que liga automaticamente ao 112


  [2018-3-31] 

Chama-se eCall e visa melhorar o tempo de resposta dos serviços de emergência quando há um acidente. Novos veículos de passageiros e comerciais ligeiros terão de incorporar aparelho a partir de hoje.

A partir de hoje, os novos automóveis na União Europeia terão de estar equipados com o eCall, um aparelho que liga automaticamente aos serviços de emergência quando há um acidente. A Comissão Europeia estima que, assim que o sistema estiver completamente implementado, o eCall vai ajudar a salvar centenas de vidas todos os anos.

Como funciona o eCall? Sempre que há um choque, o eCall comunica imediatamente com os serviços de emergência, informando-os sobre a localização exata do veículo. O eCall é automaticamente ativado assim que os sensores do carro ou outros elementos, como o airbag, deteta um acidente grave.

Disparado o alerta, o equipamento contacta o número europeu de emergência 112, estabelecendo uma ligação com o centro de atendimento de emergência, a quem envia detalhes do acidente para o auxílio das autoridades. Dentro deste conjunto de informação — conhecido como Conjunto Mínimo de Dados — incluem-se dados como hora do acidente, a posição precisa do veículo acidente e a direção da viagem.

O eCall também pode ser acionado manualmente pressionando um botão no carro, por exemplo, por uma testemunha de um acidente grave ou pelo próprio acidentado.

Estima-se que o eCall possa acelerar o tempo de resposta dos serviços médicos em 40% nas áreas urbanas e em 50% nas áreas rurais, podendo reduzir o número de mortes em pelo menos 4% e o número de feridos graves em 6%, estima a Comissão Europeia.

Há anos que Bruxelas tem em cima da mesa este projeto que visa melhorar a eficácia dos serviços de emergência no auxílio a acidentados nas estradas. Em 2012, cerca de 28 mil pessoas morreram e mais de 1,5 milhões ficaram feridas em resultados de acidentes nas estradas da União Europeia.

O eCall não será uma caixa negra como existe, por exemplo, nos aviões. Apenas grava uma parte da informação. Por outro lado, o eCall não será usado para monitorizar as movimentações de um determinado condutor. O cartão SIM usado para transmitir os dados do eCall está “adormecido” e apenas é ativado quando há um acidente.

Só os novos modelos de veículos de passageiros e comerciais ligeiros fabricados a partir de hoje é que terão de passar a estar equipados com o eCall.

in sítio do Eco (sapo)


  

Viagem no primeiro veículo 100 por cento autónomo em PT


  [2019-5-17] 

  Está desde quarta-feira em testes e, se tudo correr como a câmara municipal de Cascais espera, ligará brevemente a estação de Carcavelos à Nova School of Business and Economics. É o primeiro veículo 100% autónomo, a circular sem condutor, e a equipa técnica atribui-lhe qualidades de inteligência.

Quem desde esta quarta-feira tiver passado pela entrada principal da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, a Nova School of Business and Economics, em Carcavelos, poderá já ter tido oportunidade de ver o primeiro veículo 100% autónomo a circular em Portugal. É que desde esse dia este transporte tem estado em testes a percorrer o curto percurso de cerca de 700 metros que liga a universidade à rotunda da Quinta de São Gonçalo.

Quando for integrado na rede de transportes – que depende da homologação pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) - este veículo autónomo, que é uma das peças da estratégia para a mobilidade definida pela câmara municipal de Cascais, vai ligar a estação de Carcavelos à universidade, num percurso de ida e volta de cerca de 4 quilómetros. A viagem inaugural ocorre esta sexta-feira de manhã.

Entramos no veículo estacionado à frente da entrada principal da universidade acompanhados pelo presidente da câmara municipal de Cascais, Carlos Carreiras, e de técnicos ligados ao projeto. Este míniautocarro, que usa as cores verde e branca do programa de mobilidade da autarquia – o Mobi Cascais -, está capacitado para entre 12 a 15 pessoas e anda à velocidade de 20 a 25 quilómetros por hora. O percurso até à rotunda da Quinta de São Gonçalo é feito de forma tranquila e na comitiva que vai no transporte não se vislumbra qualquer receio. Ou, pelo menos, se o há ninguém o demonstra, graceja Carlos Carreiras.

O veículo percorre a faixa própria que lhe está destinada - paralela à avenida onde circulam os automóveis que entram e saem da Marginal – um “espaço canal próprio onde foi instalada tecnologia de ponta”, nas palavras da câmara municipal. A dado momento afrouxa a marcha porque deteta um obstáculo – do lado esquerdo estão três trabalhadores com coletes amarelos numa pequena obra, muito próximos da faixa onde circula e o veículo abrandou porque “percebeu” que ali estava algo imprevisto. Faz um pequeno desvio na faixa, subindo ligeiramente o passeio desimpedido, para chegar ao fim do percurso, iniciando de imediato o regresso para a entrada principal da universidade.

O diálogo que se desenrola entre a equipa que está no veículo atribui-lhe qualidades de “inteligência”: passa por frases como “ele parou porque percebeu que estava ali alguma coisa” ou “ele abrandou para ver o que se estava a passar”.

Carlos Carreiras explica ao Expresso que, apesar de este veículo autónomo ser apenas uma pequena parte da estratégia de mobilidade em curso no concelho de Cascais, se tudo correr como previsto, a câmara vai levá-lo para outros circuitos da mesma dimensão. A ideia é assim replicar este modelo noutras localidades do concelho – colocando-as “como se estivessem no centro da vila, da urbe”. “Já no Plano Diretor Municipal, em 2015, foram criados espaços canais para permitir que este tipo de mobilidade possa aí ocorrer”, acrescenta Carlos Carreiras.

A câmara tem a expectativa de receber a homologação do IMT até ao final do ano. Se assim for, é provável que o valor de cada viagem seja de um euro, o valor aplicado nas viagens no âmbito do programa de mobilidade Mobi Cascais. Se resvalar para o próximo ano, então deverá ser grátis. É que a câmara de Cascais vai tornar gratuito o transporte rodoviário a partir de 2020.

“O primeiro-ministro criou um grupo específico com as autoridades de transportes para ir removendo os obstáculos do veículo autónomo, o que nos permite ter ambição de continuar a inovar”, refere Carlos Carreiras.

Comentando a estratégia para a mobilidade definida para o concelho, o autarca é pragmático, assumindo que a transição do transporte individual para o transporte público, que Cascais está a incentivar, é uma mudança que demora o seu tempo e que não pode ser definida por decreto nem à força. Carreiras defende que têm de ser criadas as condições para que as pessoas percebam que é mais vantajoso andar de transportes públicos do que de transporte individual - mais barato, mais amigo do ambiente e mais confortável.

O veículo autónomo não tem ainda um nome. Representa um investimento de 500 mil euros com 5 anos de manutenção incluídos.

in sítio do Expresso


  

Menos acidentes no primeiro trimestre do ano, mas mais mortos na estrada


  [2019-4-3] 

  O número de acidentes nas estradas portuguesas diminuiu nos primeiros três meses do ano relativamente ao período homólogo, com um total de 31.173 desastres, mas registaram-se mais vítimas mortais, segundo dados provisórios oficiais.

No primeiro trimestre do ano, 116 pessoas morreram nas estradas portuguesas, mais quatro relativamente ao mesmo período do ano passado (112).

No que diz respeito aos feridos graves, no primeiro trimestre, foram registados 454, mais 62 do que em igual período de 2018.

A ANSR indica também que entre 1 de Janeiro e 31 de Março, 9.368 pessoas sofreram ferimentos ligeiros na sequência de acidentes, mais 98 do que em igual período do ano passado (9.270).

O balanço da ANSR, que reúne dados da GNR e PSP, destaca também que na última semana de Março (22 a 31 de Março) morreram nas estradas 16 pessoas e 49 ficaram feridas com gravidade.

No espaço de um ano (entre 1 de Abril de 2018 e 31 de Março de 2019) o número de mortos nas estradas diminuiu para 512 (menos 12), enquanto o de feridos graves subiu para 2.187 (mais 31).

Nos últimos três meses, o distrito com mais acidentes foi o de Lisboa (6.436), seguido do Porto (5.845), Setúbal (2.603), Braga (2.585) e Aveiro (2.556).

Quanto ao número de mortos, Braga foi o distrito com mais vítimas mortais (15), seguido de Porto e Santarém (11), Aveiro e Faro (10) e Leiria e Viseu (com oito).

Nos feridos graves, o distrito que maior valor apresenta nos primeiros três meses do ano é o de Lisboa (77), seguido do Porto (54) e Faro (44).

Os dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária dizem respeito aos mortos cujo óbito foi declarado no local do acidente ou a caminho do hospital.

in sítio do Público


  

Via Verde lança grupo de Boleias FCT NOVA


  [2019-3-11] 

  A Via Verde anunciou o lançamento do grupo de Boleias da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT NOVA). A partir do dia 12 de março, o serviço ficará disponível para mais de oito mil estudantes do campus da Caparica, em Almada. O serviço Via Verde Boleias, na plataforma digital de carpooling, disponibiliza a partilha de viagens em carro próprio, ligando a procura e a oferta de boleias, tornando mais simples a partilha de custos das viagens.

Segundo a Via Verde, o serviço é simples, “bastando apenas criar o cartão da boleia, definir o número de lugares disponíveis, o ponto de encontro, o dia e hora desejados. No dia da viagem, os viajantes encontram-se à hora combinada e, após a viagem, o pagamento é feito de forma automática através da app VV Boleias”.

Martim Bustorff, gestor de produto Via Verde Boleias, acredita que “o VV Boleias será também um caso de sucesso na FCT NOVA e no campus da Caparica”, a par do caso de sucesso na NOVA SBE, em Carcavelos. “Em setembro de 2018 foi lançado o grupo da NOVA SBE no campus de Carcavelos que conta já com mais de 630 membros, perto de duas mil boleias criadas, e mais de mil boleias já realizadas”.

Por sua vez, Júlia Seixas, professora da FCT NOVA, explica que “com esta nova parceria, estabelecida no âmbito da Estratégia de Sustentabilidade da FCT NOVA, a faculdade pretende liderar através do exemplo e apresentar-se como uma instituição inovadora consciente do seu papel na comunidade”.

Recorde-se que, além da vantagem económica, a partilha de boleias numa plataforma digital permite a avaliação mútua entre condutores e passageiros, o que termina com o anonimato habitual nas boleias tradicionais, e incentiva os condutores para uma atitude e condução mais responsáveis.

in sítio Transportes em Revista


  

Novos passes em Lisboa: guia para saber tudo o que muda


  [2019-3-6] 

  É oficial. A partir de 26 de março de 2019 começam a ser vendidos os novos passes na Área Metropolitana de Lisboa (AML) – válidos por um mês e não por 30 dias, como até agora. Esta é uma das mudanças, mas há outras, nomeadamente nos preços. Preparámos um guia sobre tudo o que muda e as dúvidas que ainda estão em cima da mesa.

O que muda:

O cartão Lisboa Viva passa a ser único. Os passes locais vão acabar, pelo que, quem ainda não tiver este cartão, terá de procurar fazê-lo desde já: demora 10 dias a ficar pronto e aqui encontrarás tudo o que precisas de fazer para requisitá-lo.

Os novos passes e preços:

- Navegante Metropolitano: válido para todos os transportes em toda a AML e vai custar 40 euros;

- Navegante: válido para todos os transportes em cada um dos 18 concelhos da região de Lisboa e vai custar 30 euros;

- Passe familiar: agregará todos os cartões de uma família, independentemente do número de pessoas e em qualquer um dos casos só serão cobrados dois passes únicos por agregado. Exemplos: Uma família que viva na cidade de Lisboa pagará no máximo 60 euros (o preço de dois passes Navegante); Uma família que viva fora de Lisboa pagará no máximo 80 euros (o preço de dois passes Navegante Metropolitano).

- Será criado o passe 12 anos: gratuito e serve para as crianças até terem 13 anos;

- Os descontos nos passes 4-18 e sub-23, para estudantes, continuam nos mesmos moldes;

- Os preços mantêm-se, para já, nos outros 70 passes que custam menos de 30 euros, ou que custam entre 30 e 40 euros;

- Passes para maiores de 65 anos estão a ser estudados.

Validade dos novos passes:

O passe será valido de mês a mês e não por 30 dias, como até agora - e abril será o mês de transição. A regra passará a ser esta, ou seja, a de carregar o passe no início de cada mês. E não há mudanças nos meios de carregamento: podem carregar-se os passes nos balcões dos operadores, máquinas automáticas e multibanco.

Perguntas e respostas sobre a transição:

A subscrição mensal dos passes é a que está a gerar mais incertezas. Isto porque muitos utentes dos transportes públicos têm o passe válido até meados de abril, e têm dúvidas sobre se vão ser obrigados a comprar um novo passe no início do próximo mês (a 1 de abril).

O primeiro-secretário da AML, Carlos Humberto, disse à TSF que está a ser estudado o problema de transição. “Já temos solução apontada, mas queremos validá-la em definitivo. Para o mês de transição para as pessoas que compram em março e terminam a meio de abril, haverá uma solução”, afirmou.

O título carregado nos cartões será automaticamente substituído?
A resposta é sim para todos aqueles que já têm o cartão Lisboa Viva. É importante, por isso, que quem não o tenha faça já o pedido, para que chegue a tempo das mudanças.

O que acontece se a validade do passe acabar a 27 ou 28 de março?
Por três ou quatro dias poderá ser vantajoso comprar bilhetes ocasionais, para a dia 1 de abril fazer o novo carregamento.

E se o passe terminar muito antes, a 10 ou 15 de março?
Talvez seja melhor carregar o passe normalmente, uma vez que está a ser estudada a solução para os casos em que a validade termina em meados de abril.

“Admitimos que no mês de abril, transitoriamente, enquanto não acabam os chamados passes deslizantes, os passes de trinta dias, haja uma solução para aqueles dias intermédios entre o dia em que termina o cartão e o fim do mês”, assegura Carlos Humberto.

in sítio
idealista news


  

Cinco mortos nas estradas durante a Operação Carnaval da GNR


  [2019-3-6] 

  Cinco pessoas morreram nas estradas durante a "Operação Carnaval 2019" da GNR, que terminou na terça-feira e durante a qual foi reforçado o patrulhamento e a fiscalização rodoviária, em especial junto aos locais dos festejos carnavalescos.

A GNR registou 964 acidentes, dos quais resultaram cinco mortos - três condutores vítimas de despistes (dois motociclos e um veículo ligeiro de mercadorias), um condutor de um veículo ligeiro de passageiros devido a uma colisão e um peão por atropelamento.

Foram ainda registados pela GNR 30 feridos graves e 326 feridos leves.

Em 2018, durante o período da operação Carnaval da GNR, sete pessoas morreram e 13 ficaram feridas com gravidade e 292 tiveram ferimentos ligeiros.

Mais de 800 condutores foram detidos por excesso de álcool, 238 dos quais apresentavam uma taxa igual ou superior a 1,2 g/l, considerada crime.

No balanço final da "Operação Carnaval 2019", que decorreu entre os dias 01 e 05 de março, a GNR refere que deteve igualmente 62 condutores por falta de habilitação legal para conduzir.

No total, foram fiscalizados 24464 condutores e registadas 6485 infrações, das quais 1623 por excesso de velocidade, 373 por falta de inspeção periódica, 291 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 237 por utilização indevida do telemóvel durante a condução e 230 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinhas para crianças.

A GNR detetou ainda 183 infrações por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório e 72 por anomalias nos pneus.

Durante os cinco dias da "Operação Carnaval 2019" a GNR intensificou o patrulhamento e a fiscalização rodoviária em todo o continente, especialmente orientada para as vias que conduziam aos locais onde tradicionalmente ocorrem festividades carnavalescas. O objetivo foi combater a sinistralidade rodoviária, regular o trânsito e garantir o apoio a todos os utentes das vias.

in sítio do Jornal de Notícias


  

Sistema de travagem de emergência vai ser obrigatório em todos os veículos em 2020


  [2019-2-18] 

  Projeto das Nações Unidas entra em vigor a partir de 2020 em 40 países. Sistema de travões inteligente obrigatório para novos automóveis.

Quarenta países, incluindo os estados da União Europeia e o Japão, aprovaram um projeto de regulamentação das Nações Unidas que prevê a obrigatoriedade de incluir sistemas de travagem de emergência (AEBS) em carros novos e veículos comerciais.

A decisão foi anunciada pela Comissão Económica da ONU para a Europa. A proposta deverá entrar em vigor no início de 2020.

As novas regras obrigam os fabricantes a comercializar veículos com este sistema de travagem de emergência automática, que será acionado até a uma velocidade de 60 kms/hora.

Nissan aplaude iniciativa

Em declarações à TSF, o diretor de comunicação da Nissan Portugal lembra que o sistema não é uma novidade.

"A Nissan tem já sistemas automáticos de travagem, designado como sistemas de anticolisão. Não é um sistema novo para os construtores de automóveis", explicou António Pereira Joaquim, que aplaude a iniciativa.

"Qualquer sistema para aumentar a segurança dos automóveis é bem-vindo", disse.

in sítio TSF


  

Portugal: Carros sem condutor começam a circular hoje na CREL


  [2018-10-15] 

  Foi há cerca de um ano que informámos que Portugal iria começar a realizar os primeiros testes com veículos autónomos já em 2018. Esse dia chegou e a partir desta segunda-feira e durante quatro dias a A9/CREL servirá de pista para a realização de testes reais.

Os testes são realizados no âmbito do projeto europeu AUTOC-ITS e são uma parceria entre a Brisa e o Instituto Pedro Nunes, em Coimbra.

Os primeiros testes em Portugal com veículos autónomos em estrada começam já hoje numa parte da A9. Além de Madrid e Paris, Lisboa integra também o projeto AUTOCITS, que foi apresentado pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e pela empresa tecnológica espanhola Indra.

Segundo informações da Brisa ao site Dinheiro Vivo, os testes irão decorrer nos dois sentidos da CREL entre os nós da Pontinha (km 10) e de Odivelas (km 17). Durante 4 dias, os veículos vão utilizar uma via própria e estarão enquadrados dentro de uma formação de veículos da GNR. A prova irá ter início a meio da manhã e prolonga-se até meio da tarde com o intuito de evitar as horas de maior congestionamento.

A par dos testes na CREL, a equipa multinacional vai ensaiar veículos sem condutor a fazer serviço de vaivém entre o parque de estacionamento e vários edifícios do complexo do Instituto Pedro Nunes, em Coimbra, num percurso de cerca de 500 metros.

Ao longo dos percursos, serão instaladas estações de sensores e transmissão de dados de que depende o sistema de veículos sem condutor para funcionar em segurança. Obstáculos na estrada, condições meteorológicas diferentes, veículos avariados, manutenção a decorrer, veículos em marcha lenta são cenários que serão testados e que tornam essencial a comunicação entre todos os componentes do sistema.

Este não é o único projeto de condução autónoma em que Portugal está envolvido. O país irá investir 8,35 milhões de euros até final de 2020 para pôr os veículos na estrada a comunicar entre si e com a infraestrutura.

Com o apoio financeiro de Bruxelas, em 50%, o projeto de estradas inteligentes C-Roads vai funcionar em praticamente mil quilómetros da rede viária portuguesa. Acabar com os mortos nas estradas até 2050, reduzir as filas de trânsito e diminuir as emissões do transporte rodoviário são os principais objetivos desta iniciativa.

in sítio do Pplware


  

PR promulga diploma que inclui mais veículos na classe 1 de portagens


  [2018-8-31] 

  Os veículos que pagam menos portagens (classe 1) passam a incluir os que têm peso bruto inferior ou igual a 2.300 quilogramas e altura ao primeiro eixo até 1,30 metros.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou, esta quarta-feira, o diploma do Governo que procede ao ajustamento das classes 1 e 2 de veículos para aplicação de portagens na autoestrada, segundo informação publicada na página da Presidência.

Em 9 de agosto foi aprovado em Conselho de Ministros que os veículos que pagam menos portagens (classe 1) passam a incluir os que têm peso bruto inferior ou igual a 2.300 quilogramas e altura ao primeiro eixo até 1,30 metros.

O ajuste das classes vinha a ser reivindicado pelo setor, nomeadamente, pelo grupo PSA, que tem uma fábrica em Mangualde e tinha referido que o investimento em Portugal poderia estar em causa caso se mantivesse o modelo de pagamento das portagens anexado à altura dos veículos.

Com o modelo atual de portagens, a nova viatura fabricada em Mangualde, por ter mais de 1,10 metros de altura, deveria ser incluída na classe 2 e agora será classe 1.

in sítio do Observador


  

Portugal: IP3 vai ser uma autoestrada inteligente com Wi-Fi e 5G


  [2018-7-2] 

  O IP3, entre Coimbra e Viseu, é um troço com elevada sinistralidade rodoviária. As variáveis para tal cenário negro são muitas mas há quem aponte como pontos negativos o abatimento de plataformas, pavimentos em mau estado, taludes caídos, barreiras caídas e vias suprimidas já há vários anos.

O novo IP3 vai ser diferente, sendo considerada já como a “autoestrada da informação”. Saiba o que vai mudar: Esta segunda-feira será lançado um concurso com o objetivo de realizar obras (inovadoras) no IP3. De acordo com as informações, além das obras na via, será também construída uma rede digital de comunicações que permitirá a troca de informações entre os carros e a própria estrada.

Segundo o ministro da Infraestruturas, Pedro Marques: "Esta será também uma estrada inteligente que passará a ter uma rede Wi-Fi e tecnologia 5G para que gradualmente com a capacidade dos veículos possa ser estabelecido um sistema de comunicação entre a infraestrutura e os veículos e as pessoas possam receber alertas em tempo real."

Todo o IP3 vai ser objeto de uma grande intervenção

Ainda sobre as obras que serão realizadas, Pedro Marques revelou que “cerca de 85%, praticamente a totalidade do IP3 ficará com duas vias para cada lado, tendo perfil de autoestrada, e na quase totalidade do restante teremos duas vias para um lado e uma via para o outro”. A viagem será também mais rápida ao longos dos 75 Km que liga Viseu a Coimbra. Segundo estimativas, o tempo de viagem será reduzido em 1/3 (se hoje a viagem demora cerca de 65 minutos, no futuro deverá passar a demorar menos 22 minutos), com muito mais segurança.

O investimento global da obra será de 134 milhões de euros. Segundo o jornal Público, cerca de 3% do traçado do “novo” IP3 vai manter o perfil de apenas uma via em cada sentido e, por essa razão, constituir uma espécie de tampão no fluxo de tráfego: será na zona de Livraria do Mondego, abrangendo as pontes e margens da Aguieira. Os restantes 12% do traçado terão um perfil 2×1, ou seja, terão em algumas faixas, duas vias de circulação, e uma na outra. A velocidade de circulação permitida não poderá ultrapassar os 90 quilómetros/hora.

O IP3 vai ter perfil de autoestrada mas não terá portagens.

in sítio do pplware


  

Seis pessoas morreram em 2017 em acidentes em passagens de nível


  [2018-4-21] 

  O número de vítimas mortais nos acidentes em passagens de nível (PN) em Portugal sofreram entre 1999 e 2017 uma redução de 77%, registando-se, no último ano, 17 acidentes nesses espaços causando seis mortos.

Questionada pela agência Lusa sobre os números que envolvem a sinistralidade ferroviária nos últimos anos, a Infraestruturas de Portugal (IP) indicou que, entre 2000 e 2017, registou-se uma diminuição de 86% no número de acidentes em passagens de nível.

Desde o final de 2000, ano em que ocorreram 119 acidentes em passagens de nível até 2017, registou-se "uma redução de 86%" no total de acidentes, resultante do investimento efetuado neste período que ascendeu a 350 milhões de euros.

Apesar da diminuição dos acidentes e do número de mortos, a IP considera que os aspetos comportamentais dos utentes, "ao não respeitarem a sinalização" das passagens de nível, "são determinantes" na sinistralidade verificada.

"Nos últimos anos, os acidentes em passagens de nível com equipamentos de proteção ativa suplantam os registados em passagens de nível passivas, pelo que os aspetos comportamentais dos utentes, ao não respeitarem a sinalização das passagens de nível, são determinantes na sinistralidade verificada no atravessamento de nível da via-férrea", lê-se numa nota da IP.

Atualmente existem 849 passagens de nível na rede ferroviária nacional, das quais 460 (54%) têm proteção através de sinalização automática (419) ou de guardas (41).

No início do ano 2000, o total de passagens de nível na rede ferroviária era de 2.494 e, em 2010, este valor foi reduzido para menos de metade (1.107).

A IP espera, "nos próximos anos", desenvolver ações em passagens de nível enquadradas no programa de investimentos Ferrovia 2020 e Plano de Proximidade, de acordo com os parâmetros previstos para a exploração ferroviária e o disposto no Decreto-Lei nº 568/99, de 23 de dezembro.

"Estas ações, que incluem a construção de desnivelamentos, a automatização de passagens de nível ou intervenções para a mitigação do risco (atuando no equipamento das passagens de nível e/ou nos acessos), têm como objetivo atingir em 2021 um valor não superior a 16 acidentes em passagens de nível", lê-se na nota.

in sítio do Diário de Notícias


  

emov põe 150 carros elétricos partilhados a circular em Lisboa


  [2018-3-19] 

  A PSA-Peugeot Citroën vai colocar a circular em Lisboa 150 novos carros elétricos no modelo de partilha (carsharing) a partir de abril, anunciou a empresa esta segunda-feira, 19 de março. Em comunicado, a marca especifica tratar-se de veículos Citroën C-Zero, tornando a emov (aliança PSA/Free2Move e Eysa) na primeira a operar uma frota totalmente elétrica na capital.

O serviço estará disponível não apenas no centro da cidade mas também junto do aeroporto Humberto Delgado, o que permitirá a circulação nas zonas limítrofes da capital, tanto a residentes como a turistas. À semelhança de outras plataformas concorrentes, a emov estará disponível através de uma aplicação de smartphone que se ativa para poder localizar, reservar e utilizar a viatura.

A chegada a Lisboa ocorre mais de um ano depois do arranque da operação em Madrid, onde a emov conta com 600 veículos e mais de 160 mil clientes. Para breve poderá estar a entrada noutras cidades espanholas, refere o CEO da joint-venture, Fernando Izquierdo.

No modelo espanhol, cada minuto é tabelado a 24 cêntimos (29 cêntimos a partir de 50 quilómetros), podendo o carro ser reservado por 69 euros por dia (a partir de cinco horas). A taxa de subscrição é de 9 euros e a reserva do carro pode ser feita com 20 minutos de antecedência sem custos.

Em Lisboa a Citydrive é uma das empresas que já oferece serviço de carsharing. Não aplica mensalidades e inclui combustível, seguro, manutenção e assistência, além de estacionamento. Em setembro do ano passado também a Brisa, a BMW e a Sixt lançaram a DriveNow, com uma frota inicial de 211 veículos das marcas Mini e BMW, incluindo cerca de uma dezena de carros eléctricos (BMW I3).

Existe ainda um serviço de partilha de motorizadas, o eCooltra, que tem mais de uma centena e meia de veículos espalhados por Lisboa. Além da cidade portuguesa, está também presente em Madrid, Barcelona e Roma.

in sítio da Exame


  

Semáforos vão dar prioridade aos autocarros atrasados


  [2018-1-27] 

  O projecto criado pela Câmara Municipal de Lisboa tem como objectivo providenciar aos passageiros da Carris um serviço mais regular e promover a utilização dos transportes públicos. Medida não conta com o apoio do presidente do Automóvel Clube de Portugal.

Os autocarros da Carris que estiverem atrasados vão passar a ter prioridade nos semáforos. A Câmara Municipal de Lisboa vai avançar com este projecto na zona entre Entrecampos e o Marquês de Pombal, a fim de criar mais regularidade e pontualidade nos autocarros, avança o Diário de Notícias nesta sexta-feira. O objectivo é também convencer as pessoas a reduzirem o número de automóveis na cidade, mas para isso há que haver um serviço de transporte de “qualidade”, disse o vereador de mobilidade e segurança da autarquia, Miguel Gaspar, ao DN.

Em causa está o tempo perdido com paragens forçadas, devido aos automóveis mal estacionados que perturbam a circulação. “Quando perguntamos às pessoas o que querem ver alterado referem a pontualidade e a regularidade”, afirmou Miguel Gaspar ao DN, que acrescentou ainda que esse é um dos motivos para que se dê “prioridade ao transporte público nos semáforos”.

O novo sistema criado pela autarquia fará com que os autocarros que estejam atrasados sejam reconhecidos pelos semáforos, através de um sensor: quando se aproximarem, os semáforos passarão automaticamente a verde, de maneira a que o veículo não perca velocidade e recupere algum tempo perdido.

O presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP), Carlos Barbosa, em declarações à Lusa esta sexta-feira, considerou que a intenção da Câmara de Lisboa em dar prioridade aos autocarros nos semáforos do eixo central só vai dificultar ainda mais o trânsito. "Da maneira como os corredores BUS estão feitos, obviamente que com o estrangulamento que houve no eixo central de Lisboa só vai dificultar ainda mais o trânsito. Portanto, o troço que querem fazer mais rápido é relativamente pequeno, por isso, não vai resolver rigorosamente em nada o problema da Carris: que é não cumprir horários", destacou Carlos Barbosa.

in sítio do Público


  

Carta de condução: menos de 3% dos infratores perderam pontos em ano e meio


  [2018-1-18] 

  Desde que o sistema da carta de condução por pontos entrou em vigor há ano e meio, a GNR e a PSP registaram mais de meio milhão de contraordenações graves e muito graves nas estradas portuguesas. Contudo, neste período, apenas foram retirados pontos a 17 925 infratores, conta o “Diário de Notícias” esta quinta-feira.

Em média, só um em cada 37 infratores perdeu pontos desde o dia 1 de junho de 2016.

Esta discrepância justifica-se, em parte, no facto de o “tempo de vida útil de um processo de contraordenação rodoviária ser em média de três anos, entre o recurso e a impugnação da decisão por via judicial”, explicou Pedro Silva, porta-voz da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), em declarações ao matutino.

Segundo dados avançados pela ANSR ao “DN”, desde que o novo sistema entrou em vigor, 24 automobilistas perderam a carta a título definitivo.

Até ao final de 2017 havia apenas 107 condutores que tinham perdido a totalidade dos pontos (12); a maioria dos que perderam pontos, 5454, ficaram sem seis, o que aponta para infrações por excesso de álcool.

in sítio do Expresso


  

400 atropelamentos com fuga no ano passado


  [2018-1-11] 

  Está a aumentar os atropelamentos com fuga em Portugal. O Governo reúne esta sexta-feira para combater o fenómeno e quer obrigar as autarquias a reduzir a mortalidade.

Entre janeiro e novembro do ano passado, cinco pessoas morreram vítimas de atropelamentos em que o condutor não parou. Foram registados 400 casos de atropelamento e fuga no ano passado. Números que estão a aumentar.

De acordo com as estatísticas da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária reveladas pelo Jornal de Notícias, 76 pessoas morreram atropeladas em Portugal no ano de 2017.

O ministro da Administração Interna já classificou a situação como "inaceitável" e convocou uma reunião da comissão interministerial de segurança rodoviária para travar a sinistralidade.

O encontro vai servir também para rever medidas de combate às três áreas da segurança rodoviária que mais têm piorado: os atropelamentos, os acidentes de mota e a condução sob o efeito do álcool.

No caso dos atropelamentos, o Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária, que já foi posto em prática pelo Governo, inclui várias medidas para diminuir os acidentes. O executivo quer atribuir mais responsabilidades a peões, condutores e autarquias.

No caso dos peões, o plano prevê, por exemplo, mão pesada para quem atravesse fora da passadeira.

No caso dos condutores, a GNR e a PSP vão aumentar a fiscalização do uso de telemóvel, velocidade e consumo de álcool nas zonas de mais atropelamentos.

Já as autarquias vão ser obrigadas a estabelecerem metas para a redução do número de peões mortos ou feridos com gravidade.

Na primeira semana de 2018 já morreram nove pessoas em acidentes rodoviários. Registaram-se mais de 2200 acidentes no mesmo período.

in sítio TSF


  

Tesla: Primeiro supercarregador colocado em Fátima


  [2017-11-12] 

  A infra-estrutura da marca de Elon Musk que irá permitir o carregamento simultâneo de oito veículos elétricos está localizada junto à auto-estrada A1 (Lisboa-Porto), a cerca de 2,5 quilómetros da saída número 8 para Fátima (Residencial Floresta Fátima).

"Esta localização é especialmente benéfica para os proprietários Tesla que realizem deslocações Porto – Lisboa – Porto", pode ler-se na página oficial da UVE.

"Este carregamento 'super-rápido' irá permitir numa paragem curta, mais ou menos 20 minutos, repor uma autonomia de 300 quilómetros, o necessário para chegar a Lisboa e regressar até ao mesmo local", garante ainda a associação portuguesa.

Recorde-se que a Tesla tem a intenção de instalar mais três supercarregadores ainda este ano em Condeixa-a-Nova, Castro Verde e Estremoz. Até final de 2018, seguem-se Faro, Guarda, Vila Real e Braga.

in sítio SAPO com Automonitor


  

Uber escolhe Lisboa para instalar Centro de Excelência para a Europa


  [2017-10-24] 

  A Uber escolheu a capital portuguesa para instalar o seu Centro de Excelência para a Europa, anunciou a empresa, afirmando que o investimento vai criar cerca de 250 empregos até ao próximo ano.

O Centro de Excelência vai ser “a principal fonte de conhecimento de utilizadores e motoristas em toda a região europeia”, o que vai permitir que a plataforma de transporte de passageiros continue a “melhorar os seus serviços, políticas e processos internos”, testando e lançando inovações, refere o comunicado da empresa.

Em Lisboa, vai ser prestado “apoio multilingue às operações da Uber na Europa, em países como Espanha, França e Portugal”.

A localização provisória do novo centro será nas Avenidas Novas, em Lisboa, e a sua abertura está prevista para “breve”, disse fonte oficial da empresa.

Em 2018, o Centro de Excelência irá mudar-se para as suas instalações definitivas.

Os novos 250 empregos que a empresa vai proporcionar são “nas áreas de toda a operação que a Uber pratica nos restantes países europeus”, tais como motoristas, inteligência de dados interface e utilizadores, para o negócio da empresa em geral e, também, para o novo centro referiu fonte oficial.

O novo espaço vai servir utilizadores, motoristas e restaurantes parceiros no serviço de entrega de comida ‘UberEATS’, que está disponível em mais de 170 cidades em todo o mundo e vai chegar a Lisboa ainda este ano.

"Portugal é um mercado em rápido crescimento para a Uber e Lisboa é cada vez mais um centro para a empresa no sul da Europa. Isto, juntamente com o acesso a um elevado número de profissionais qualificados, levou a que Lisboa fosse a cidade escolhida para acolher o novo centro de excelência da Uber para a Europa”, explicou, citado na nota, o diretor-geral da Uber na Península Ibérica, Rui Bento.

A Uber é uma plataforma ‘online’ que permite pedir carros descaracterizados de transporte de passageiros, com uma aplicação para ‘smartphones’ que liga quem se quer deslocar a operadores de transporte. Em Portugal, está disponível nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto e no Algarve.

A sua atividade - bem como a da Cabify, que se instalou no país mais recentemente - tem sido muito contestada pelos taxistas, uma vez que os operadores ligados a estas plataformas não têm de cumprir os mesmos requisitos formais do que os táxis para trabalhar.

in sítio dnoticias.pt


  

Exames de código: 131 pessoas começaram a ser julgadas no Porto por fraude


  [2017-9-11] 

  Um grupo de 131 pessoas começaram nesta segunda-feira a ser julgadas, no Tribunal São João Novo, no Porto, por usarem auriculares e microcâmaras escondidas na roupa durante a realização dos exames do Código da Estrada para passarem no exame.

A sessão, que se realizou no quartel dos Bombeiros Voluntários de Valadares, em Vila Nova de Gaia, devido ao elevado número de arguidos, serviu apenas para os identificar.

Os suspeitos, desde instrutores, examinadores e alunos de várias escolas de condução do Grande Porto, estão acusados de 1142 crimes de corrupção e falsidade informática.

Segundo a acusação do Ministério Público (MP), a que a Lusa teve acesso, os candidatos usavam auriculares e microcâmaras escondidos na roupa para filmar os ecrãs dos computadores durante a realização do exame do Código da Estrada e, assim, obter a resposta correcta.

Fora do edifício, estavam instrutores a visualizar as imagens e a darem as respostas certas.

Este esquema, que começou em 2012, rendeu cerca de 620 mil euros de lucro, refere a acusação.

in Jornal Público


  

Entre janeiro e julho morreram mais 49 pessoas nas estradas do que em 2016


  [2017-8-3] 

  Acidentes nas estradas portuguesas provocaram entre janeiro e julho 288 mortos.

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), que reúne dados da PSP e da GNR, indica que 288 pessoas morreram, entre 1 de janeiro e 31 de julho, em consequência dos acidentes rodoviários, mais 49 (em 2016 morreram 239) do que em igual período do ano passado.

No que diz respeito aos acidentes, segundo a ANSR, foram registados até 31 de julho 72658 desastres, mais 160 do que em período homólogo de 2016 (no ano passado registaram-se 72498).

De acordo com a Segurança Rodoviária, os distritos com o maior número de mortos são Porto (46) e Setúbal (37), Santarém (27) e Lisboa (26), Faro (20), Aveiro (22), e Braga (14).

A ANSR indica também que nos acidentes 1182 pessoas ficaram feridas com gravidade, mais 40 do que em igual período do ano passado (1142).

Na última semana (22 a 31 de julho), foram registados pela PSP um morto e 14 feridos graves, enquanto a GNR somou 14 mortos e 60 feridos graves em acidentes rodoviários.

Entre 1 de janeiro e 31 de julho foram ainda contabilizados 22196 feridos ligeiros, mais 254 do que em igual período do ano passado (21942 em 2016).

Os dados da ANSR dizem respeito às vítimas cujo óbito foi declarado no local do acidente ou a caminho do hospital.

in sítio TSF


  

Mortos na estrada: Governo considera aumento extremamente preocupante


  [2017-7-5] 

  Face à subida de 23% de vítimas mortais no primeiro semestre deste ano (o maior aumento em 20 anos), o Governo acelerou a entrada em funcionamento da rede de radares rotativos (o SINCRO), reforçou também por outras vias a fiscalização ao excesso de velocidade e vai lançar ações de sensibilização.

A entrada em "pleno funcionamento" do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (o SINCRO, no qual 30 radares vão sendo colocados, em rotatividade, por 50 cabinas instaladas por todo o país), o reforço de ações de fiscalização em áreas urbanas e vias municipais (visando o excesso de velocidade e o uso de telemóveis), e o lançamento de ações de sensibilização são algumas das medidas tomadas pelo Governo para tentar travar o quadro crescente de sinistralidade nas estradas portuguesas.

No primeiro semestre deste ano o número de mortos subiu 23% face a período homólogo de 2016. Trata-se do maior aumento das últimas duas décadas (pelo menos, pois as estatísticas oficiais "on line" não permitem recuar ppara antes de 1998, para uma análise àquela unidade de tempo).

É uma "situação extremamente preocupante", assume fonte do ministério da Administração Interna (MAI), em resposta a questões colocadas pelo do Expresso. É o MAI que tutela a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), entidade que recolhe os dados enviados por PSP e GNR.

Neste momento, segundo o MAI, já estão instaladas as 50 cabinas nos locais de controlo de velocidade (LCV) dispersos pelo país, pelos quais irão depois rodar os 30 radares que nesta altura fazem parte do arsenal do SINCRO (está previsto um aumento do número de equipamentos). Algumas das cabinas não estão ainda totalmente operacionais, pois encontram-se em "fase de ligação à rede elétrica de baixa tensão" de um distribuidor de energia, esclarece o MAI.

GABINETE DE CRISE REUNIU-SE A 14 DE JUNHO

A decisão de acelerar a entrada em pleno funcionamento do SINCRO foi tomada pelo Governo na sequência de uma reunião do Conselho de Segurança Rodoviária (CSR), realizada a 14 de junho. Naquela data, o Executivo tinha já noção dos negros resultados que iriam marcar este semestre.

O encontro foi presidido pelo secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes. O Conselho é um órgão de natureza consultiva, que reúne os vários intervenientes a nível de trânsito, prevenção e segurança rodoviárias. Na reunião participaram a ANSR, a Proteção Civil, GNR, PSP, INEM, entre outras entidades públicas.

Da reunião de Jorge Gomes com o Conselho de Segurança Rodoviária sairam outras medidas, como o "reforço da fiscalização rodoviária em áreas urbanas, vias municipais, condução em velocidade excessiva e condução distraída devido à utilização de dispositivos eletrónicos e de telecomunicações".

Não havendo ainda uma radiografia das causas deste súbito aumento de vítimas mortais, na terapia de resposta do Governo há dois alvos: os excessos de velocidade e as distrações ao volante provocados pelo uso de telemóveis, entre outros equipamentos.

O "lançamento nos meses de julho e de agosto de ações de sensibilização para ciclistas, motociclistas e peões" foi outra das medidas tomadas pelo Executivo em meados de junho.

MAI AINDA SEM EXPLICAÇÕES PARA O AUMENTO DE MORTOS

Questionado pelo Expresso sobre a grande subida do número de mortos nas estradas portuguesas (contados no local do acidente ou a caminho do hospital), o Governo diz que ainda é prematuro encontrar respostas. "Em sinistralidade rodoviária, não existe uma única causa ou explicação para aumentos ou diminuições abruptas, tal como se verificou num pequeno período do último semestre (a partir de maio). Estas resultam sempre de um conjunto de fatores que apenas podem ser conhecidos, individualmente considerados e nas suas correlações, a posteriori", afirma o MAI.

O aumento de 23% registado em 2017 é o maior dos últimos 20 anos, mas em 2015 ocorreu o segundo mais significativo (11%). De resto, desde 1998-1999, só por cinco vezes houve um acréscimo do número de mortos (sendo os outros três casos pouco expressivos), ao contrário da curva signficativa da (grande) melhoria na segurança rodoviária em Portugal. Será que os dados de 2017, conjugados com os de 2015, significam que "há uma inversão da tendência que vinha a crescer sustentadamente?"

O Governo acha que não. "Considerando que a sinistralidade rodoviária é uma realidade que deve ser observada em períodos relativamente longos – para evitar conclusões precipitadas –, não se pode falar, neste momento e com este período tão curto, de uma inversão de tendência. É uma situação extremamente preocupante, por certo, e para a qual já foram e estão a ser tomadas medidas concretas", responde o MAI.

in Expresso


  

Câmaras de Seixal e Almada querem novo acesso à A2


  [2017-6-22] 

  Para o autarca do Seixal, a construção deste novo nó nos Foros de Amora vai permitir que a população se reparta, “melhorando desta forma o tráfego entre o Seixal e Almada e diminuindo as filas frequentes".

A Câmara Municipal do Seixal e a de Almada, as Juntas de Freguesia de Amora e Corroios e a Comissão de Utentes dos Transportes vão enviar um ofício ao ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, para que se estude um novo acesso à A2, na zona dos Foros da Amora.

“Esta é uma reivindicação das populações que já tem mais de 20 anos e que surge uma vez que, só nas freguesias de Corroios e Amora, habitam cerca de cem mil pessoas, sendo que uma parte significativa destas se desloca para Lisboa, para trabalhar ou para estudar, e contam apenas com dois acessos à A2 que as pode levar à capital: um no Fogueteiro e outro em Almada”, afirmou Joaquim Santos, autarca do Seixal, de acordo com a agência Lusa.

Para o presidente da Câmara, a construção deste novo nó nos Foros de Amora vai permitir que a população se reparta, “melhorando desta forma o tráfego entre o Seixal e Almada e diminuindo as filas frequentes que acontecem em especial na hora de ponta”.

Joaquim Santos salientou que o novo nó de acesso à A2 está previsto nos instrumentos do território da autarquia e o mesmo permitirá, além da ligação à A2, também “a ligação à Estrada Nacional 10, à Estrada Regional 10 e à A33, um interface entre estes quatro grandes eixos, sendo por isso uma infraestrutura fundamental para o concelho e para as populações”.

Quanto ao vereador Rui Jorge Martins, com o pelouro da mobilidade na Câmara Municipal de Almada, considera que “com este acesso todos ficariam a ganhar” e que estão “reunidas as condições e, por isso, há que avançar com a obra”.

in Jornal Economico


  

Depois do modo avião, Apple apresenta modo condução


  [2017-6-6] 

  A Apple aproveitou a Worldwide Developers Conference (WWDC) para revelar uma série de novos produtos e recursos, incluindo um modo 'Não Perturbar Durante a Condução' para o iOS 11.

Descrito como uma 'nova maneira de ajudar os condutores a permanecerem mais focados na estrada', o recurso 'Não Perturbar Durante a Condução' utiliza os vários sensores do iPhone para detetar se o seu proprietário se encontra a conduzir - caso seja o caso, o iPhone silencia automaticamente as notificações e torna o ecrã escuro. Os utilizadores terão como opção o envio de uma resposta automática aos contactos listados em 'Favoritos' para que estes saibam que estão a conduzir e que, de momento, não podem responder.

Os proprietários de um iPhone que viajem como passageiros também irão receber uma notificação a informar que o modo 'Não Perturbar Durante a Condução' se encontra ativado, mas poderão simplesmente pressionar o ícone 'Não Estou a Conduzir' para continuar a utilizar o seu dispositivo normalmente.

O iOS 11 será lançado este outono como uma atualização de software grátis apenas para o iPhone 5S e modelos posteriores. A atualização do software também estará disponível para o iPod Touch de 6.ª geração e uma variedade de iPads recentes.

in Automonitor SAPO


  

Estado arrisca pagar indemnizações por não avançar com inspecção a motos


  [2017-3-13] 

  O Estado arrisca-se a ter que indemnizar os cerca de 150 centros de inspecção que obrigou a adaptarem-se para poderem realizar inspecções a motos com cilindrada superior a 250 cm3. Desde Setembro passado que a esmagadora maioria dos centros está obrigada a ter as instalações e os equipamentos totalmente operacionais para as novas inspecções, mas mais de cinco meses depois continuam por publicar os vários diplomas que permitirão avançar com as novas avaliações. E o Governo, que chegou a garantir que as inspecções iam avançar no ano passado, não se compromete com qualquer data.

Mas essa é apenas uma parte do problema. É que o processo de adaptação dos centros de inspecção decorreu com várias anomalias, com a alteração das regras a meio do jogo. Exemplo disso é o facto de uma portaria publicada no final de 2013 ter alterado alguns requisitos técnicos que os centros estavam obrigados a cumprir, já depois de todos os operadores terem entregado no Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), que regula e fiscaliza este sector, os projectos de adaptação. E sem que tenham sequer sido aceites alterações a esses projectos.

As novas inspecções, prevista na lei desde 2012, vão abranger motociclos, triciclos e quadriciclos com cilindrada superior a 250 cm3, bem como reboques e semi-reboques com peso superior a 750 Kg. O Ministério do Planeamento e das Infra-estruturas (MPI) estima que ficarão sujeitos às novas regras 280 mil veículos da primeira categoria e 56 mil da segunda, num total de 336 mil novas viaturas que serão obrigadas a fazer inspecções de dois em dois anos ou anualmente. Excepção são os motociclos, triciclos e quadriciclos novos com cilindrada superior a 250 cm3 que estão isentos de inspecção nos quatro anos após a primeira matrícula.

Contactado pelo PÚBLICO, o ministério reconhece que é necessário alterar o decreto-lei que define as categorias dos inspectores, fazer uma portaria a determinar quando entram em vigor as novas inspecções e o IMT aprovar uma lista de deficiências para os veículos sujeitos a essa exigência. Mas não se compromete com qualquer data para fechar este processo. O presidente da Associação Nacional de Centros de Inspecção Automóvel (ANCIA), Paulo Areal, lembra que também será preciso formar os inspectores, um processo que estima demorar no mínimo três meses, depois de ser publicada a lista de deficiências. “Em Março de 2016 entregámos ao IMT um projecto de classificação de deficiências e estamos disponíveis para colaborar no que acharem conveniente. Mas não se avança com nada e não é dada nenhuma justificação”, lamenta Paulo Areal.

“As inspecções iniciar-se-ão quando estiver assegurada a cobertura de todo o território nacional, por um conjunto de centros que assegure essas inspecções”, argumentava o MPI, em finais de Dezembro, numa altura em que praticamente todos os centros já estavam sujeitos às novas regras. Dizia então que “muitos centros” ainda estavam a adaptar-se, o que é desmentido pelo IMT que garante que só lhe chegaram sete pedidos de alargamento dos prazos devido a justo impedimento demonstrado pelos operadores, relacionados com atrasos de licenciamento das câmaras.

O professor da Universidade de Coimbra, Licínio Lopes Martins, especializado em Direito Administrativo, acredita que o Estado se arrisca a ter de pagar indemnizações aos centros de inspecção, face à demora na publicação dos diplomas necessários para as novas inspecções avançarem. “Os operadores podem pedir indemnizações ao Estado”, considera Licínio Lopes Martins, lembrando que os centros foram obrigados a fazer investimentos, mas agora não podem rentabilizá-los.

João Pacheco Amorim, advogado e professor da Universidade do Porto (UP), concorda que em tese as indemnizações são possíveis. “O Estado obriga os centros a fazer um investimento inútil, que depois fica parado e que não podem rentabilizar”, analisa. Contudo, o docente da UP tem dúvidas de que os tribunais atribuam compensações em situações destas. “Os tribunais são muito conservadores nestas matérias”, argumenta.

O presidente da ANCIA não pretende nesta fase recorrer aos tribunais, mas admite que nada impede os responsáveis de cada centro de o fazer. “As pessoas sentem-se enganadas com este processo”, reconhece, estimando que o investimento global feito pelo sector na adaptação dos centros ronde os 30 milhões de euros.

A forma como o IMT desenvolveu todo o processo de adaptação dos centros merece críticas de alguns. O facto de ter recuado em parte das exigências, quando já todos tinham apresentado os projectos de adaptação é considerado de duvidosa legalidade, por Licínio Lopes Martins. Pacheco Amorim afirma que tal constitui uma manifesta violação do princípio da transparência e da imparcialidade. “Não se podem alterar as regras do jogo, quando o contraente público já está no conhecimento dos projectos e em condições de prejudicar ou beneficiar alguma das partes”, defende o advogado. “Perturba a confiança e a segurança jurídica de qualquer investidor”, sustenta Licínio Lopes Martins.

Sobre esta matéria o IMT diz que os requisitos técnicos “apenas vieram facilitar as adaptações que os centros de inspecção estavam obrigados a realizar, nomeadamente com a preocupação de racionalizar os investimentos a realizar pelos operadores”.

Só há quatro pessoas para fazer vistorias

No Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) só há quatro pessoas a trabalhar no sector da regulação dos centros de inspecção, que realiza em todo o país as vistorias que aprovam os novos centros de inspecção e os que fizeram alterações nas suas instalações. Para fiscalizar regularmente as cerca de 200 entidades espalhadas pelo Continente e fazer inspecções aos veículos nas estradas há três inspectores no Porto e quatro em Coimbra. Mas em cada uma destas delegações só existe um carro para este fim, o que só permite uma equipa, com um mínimo de dois elementos, saia de cada vez. Em Lisboa, a fiscalização não está separada por sectores (centros de Inspecção, escolas de condução e centros de exame) havendo uma dezena de profissionais para fiscalizar todos estes organismos. Mesmo assim o ano passado foram realizadas 578 acções inspectivas em centros de inspecções, tendo sido levantados 93 autos de contra-ordenação. O número de acções tem vindo a descer: foi de 655 em 2014 e de 611 em 2015. O IMT confirma que as verificações técnicas e vistorias e as acções de fiscalização em sentido estrito são “realizadas por uma equipa de mais de uma dezena de pessoas”. A escassez de meios humanos e materiais ocorre apesar de os centros de inspecção terem entregue o ano passado quase 21 milhões de euros ao IMT (70%) e à Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (30%) a título de contrapartida financeira. Esse montante quase quadruplicou face a 2012. Nessa altura os centros entregavam ao regulador 5% do valor de cada inspecção, percentagem que subiu para 15% a partir de 2015. O IMT diz que o aumento resultou de “investimentos acrescidos por parte do Estado nos sistemas de controlo e fiscalização, decorrentes do aumento significativo de intervenientes neste sector, numa óptica de reforço e melhoria da eficácia da regulação”.

in sítio do Público


  

Tesla já tem representação em Portugal


  [2017-2-2] 

  A marca norte-americana Tesla já tem representação oficial em Portugal e os seus automóveis elétricos encontram-se disponíveis no mercado nacional. Numa primeira fase é apenas possível fazer a encomenda online do Model S ou do Model X, estando prevista, no entanto, a abertura de uma loja física e de um centro de serviço em meados deste ano. Até à inauguração da loja da Tesla em Lisboa, os potenciais interessados nos veículos da marca fundada por Elon Musk são convidados a visitarem o estúdio de design online e personalizarem os seus veículos.

Os preços de venda ao público para o mercado nacional também foram divulgados: o Model S é proposto a partir de 76.300 euros, enquanto o Model X pode ser adquirido a partir de 107 mil euros. O Model S é um Sedan equipado com funcionalidades de Piloto automático e segundo a marca “com desempenho inigualável obtido atraves do grupo motopropulsor totalmente elétrico da Tesla, o Model S acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 2,7 segundos”. Por seu turno, o Modelo X trata-se de um SUV. As portas traseiras têm abertura em estilo “asa de gaivota”, e o carro está equipado com sete lugares.

in sítio Transportes em Revista


  

Já pode preencher a declaração amigável de acidente no seu smartphone


  [2016-12-9] 

  A e-SEGURNET é uma nova aplicação que permite preencher a declaração amigável de um acidente no telemóvel.

Preencher a declaração amigável de acidente é sempre um processo moroso e aborrecido. Para o tornar mais rápido e simples, a Associação Portuguesa de Seguros (APS) lançou uma aplicação para smartphone, onde poderá passar a preencher a “papelada” e enviar a participação às seguradoras de cada automóvel envolvido no acidente.

A aplicação é gratuita e chama-se e-SEGURNET e neste momento está unicamente disponível para smartphones com o sistema Android, mas a APS garante que estará muito brevemente disponível para os sistemas iOS e Windows 10.

Entre as funcionalidades oferecidas pela e-SEGURNET está a possibilidade de ser feita a geolocalização do acidente, bem como documentá-lo com fotos ou vídeos.

Como funciona o e-SEGURNET?

Cada interveniente num acidente recebe um código no seu telemóvel que em conjunto com o seu número de telemóvel servirá de assinatura, a aplicação permite então descrever e documentar o acidente, bastando depois cada interveniente enviar a participação à respetiva seguradora. Posteriormente receberão um SMS com um resumo dos elementos transmitidos às seguradoras e um pdf por mail com a mesma informação.

A app e-SEGURNET será alargada em breve a outras áreas dos seguros, além do ramo automóvel, refere José Galamba de Oliveira, Presidente da APS.

Esta é a app mais completa da Europa, neste segmento, sendo uma ferramenta indispensável para os automobilistas portugueses, já que em caso de acidente poderão fazer a participação de sinistro, mesmo na vertente declaração amigável, com menos burocracias, de forma mais rápida e prática.

in sítio Motor24

Mais info em
https://www.e-segurnet.pt/


  

Ticketcheck - Carris instala sistema de alarme para quem não valida bilhete


  [2016-11-16] 

  A Carris anunciou a instalação de um sistema de alarme sonoro nos seus autocarros com o objetivo de identificar passageiros que não validem o seu bilhete. A Rádio Renascença (RR) revela que inicialmente esta iniciativa será apenas uma experiência a ser testada na carreira 711, que liga o Alto Damaia ao Terreiro do Paço. Este novo sistema dá pelo nome de “TicketCheck”, criado pela empresa portuguesa Outmind. O sistema funciona através da recolha de imagens, através de câmaras instaladas nos autocarros, que detetam a validação, ou falta desta, por parte dos passageiros. Caso algum utente não valide o seu passe, o sistema dá sinal através de um alarme visual e sonoro.

A Carris revelou à RR que a escolha desta carreira “esteve relacionada com o tipo de percurso que a mesma realiza, o tipo de clientes que recebe e ainda com a quantidade de veículos com que opera diariamente”. Recorda também a Carris que 15 por cento dos passageiros não pagam bilhete o que gera um prejuízo de um milhão de euros por mês. Assim, estarão presentes, inicialmente, agentes de sensibilização para “apresentar e esclarecer os clientes sobre o funcionamento do equipamento”. Depois de realizados os testes, a empresa irá decidir sobre a sua instalação noutras carreiras.

in sítio Transportes em Revista


  

Par ou ímpar? Madrid vai ter circulação alternada de automóveis


  [2016-11-1] 

  Por causa da poluição atmosférica, em dias pares só entram carros com matrículas terminadas em número par. As medidas são automáticas, se a poluição for persistente durante vários dias.

A cidade de Madrid pode agravar já esta quarta-feira, as limitações à circulação automóvel em vigor desde o inicio da semana. Os elevados níveis de poluição atmosférica determinaram na segunda-feira, uma interdição ao estacionamento de automobilistas não residentes.

A medida é há muito usada, por exemplo em Roma, mas em Espanha, será uma estreia.

É a medida mais grave, prevista num plano de emergência que a autarquia de Madrid, aprovou este ano, e que nunca foi aplicado, até esta semana.

A elevada concentração de poluentes implica a adoção automática de várias medidas estreitas.

Num primeiro nível, a presença de dióxido de azoto (NO2) com concentrações acima das 200 unidades (mcg/m3) , durante dois dias consecutivos, ou 250 unidas num único dia, implica a redução imediata dos limites máximos de velocidade para 70 km/h.

Se persistir por mais dias, passa a ser proibido o estacionamento a não residentes, e nas zonas de maior concentração de tráfego. Se for atingido um volume de quatrocentas unidades de emissões poluentes, a circulação passa a ser alterada em função da matrícula, e do dia da semana.

Primeiro, dentro do anel central da cidade, e depois e todo o perímetro urbano.

Num caso extremo, a autoridade de Madrid pode mesmo impedir na totalidade o transito na cidade, mas essa já não é uma decisão automática.

Hoje, é feriado em Espanha, e por isso, não há restrições no estacionamento em Madrid.

Os primeiros dados não mostram, nesta altura uma redução dos poluentes na atmosfera, pelo que segundo o jornal El Mundo, a circulação alternada de veículos deve ser mesmo uma realidade amanhã.

Como é um dia par, só poderão entrar em Madrid, carros com a matrícula que termine em número par. Acrescenta-se a esta medida, a limitação de velocidade em 70 km/h, e a proibição de estacionar para não residentes.

in sítio da TSF


  

Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (SINCRO) arranca hoje


  [2016-7-6] 

  Combater o excesso velocidade em zonas consideradas perigosas e deste modo reduzir a sinistralidade é uma das missões do SINCRO.

O primeiro radar do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (SINCRO) foi instalado hoje na A5, entre Lisboa e Cascais. Este sistema será composto por uma rede de 30 radares automáticos, distribuídos por 50 locais considerados perigosos. Os locais exatos dos radares em funcionamento serão uma incógnita, porque os aparelhos vão rodar entre 50 cabines, e será impossível detetar onde estão. Outra das caracteristicas dos radares SINCRO é que funcionam sem intervenção humana. Por isso, quem for detetado em excesso de velocidade por um destes aparelhos não terá hipótese: vai mesmo receber a multa em casa.

A rede deverá estar completa no início do próximo ano, e metade dos radares serão instalados e colocados em funcionamento até ao fim de setembro deste ano. O sistema SINCRO vai custar ao Estado 3,19 milhões de euros, verba aprovada em Fevereiro, em Conselho de Ministros.

in sítio Razão Automóvel


  

Homem morre enquanto o seu Tesla circulava em piloto automático


  [2016-7-2] 

  Um condutor da Florida morreu depois de bater contra um camião enquanto utilizava a função de piloto automático do seu Tesla Model S. Os relatórios indicam que o automóvel não conseguiu travar quando o camião fez uma mudança de direção à esquerda num cruzamento. As causas do acidente ainda não estão totalmente claras e esta quinta-feira a Tesla anunciou que o acidente está a ser investigado pelas autoridades de segurança rodoviária norte-americanas [NHTSA]. O acidente aconteceu no dia 7 de maio, mas só agora foi divulgado.

“Foi o primeiro acidente fatal em 130 milhões de milhas percorridas com o piloto automático. Entre todos os veículos nos Estados Unidos, há, em média, um acidente fatal a cada 94 milhões de milhas. No mundo, a cada 60 milhões de milhas, aproximadamente", sustentou a Tesla. "É importante enfatizar que a ação da NHTSA é simplesmente uma avaliação preliminar para determinar se o sistema funcionou conforme o esperado."

Segundo a marca de automóveis, o acidente ocorreu porque “nem o piloto automático, nem o condutor perceberam a lateral branca do camião contra a claridade do céu e, por isso, os travões não se acionaram”.

A Tesla lamentou o sucedido, mas não se responsabiliza pelo acidente. “O piloto automático está a ser melhorado todos os dias, mas não é perfeito e ainda exige que o condutor permaneça alerta. No entanto, quando utilizado em conjunto com a atenção do condutor, os dados mostram que o piloto automático reduz o trabalho do condutor e resulta numa melhoria significativa na segurança em comparação com a direção totalmente manual”, pode ler-se no comunicado da marca.

A vítima, Joshua Brown, era um antigo SEAL (força especial da Marinha norte-americana) e um amante dos carros da Telsa. Tinha até um canal no Youtube em que partilhava as suas experiências com o piloto automático.

in sítio da Visão


  

Camiões sem condutor passeiam pelas estradas da Europa


  [2016-4-13]