Destaques & Notícias - existem 40 notícia(s) publicada(s)!

Páginas:   1 2  Anterior  

  Sistema de travagem de emergência vai ser obrigatório em todos os veículos em 2020
  [2019-2-18] 

  Projeto das Nações Unidas entra em vigor a partir de 2020 em 40 países. Sistema de travões inteligente obrigatório para novos automóveis.

Quarenta países, incluindo os estados da União Europeia e o Japão, aprovaram um projeto de regulamentação das Nações Unidas que prevê a obrigatoriedade de incluir sistemas de travagem de emergência (AEBS) em carros novos e veículos comerciais.

A decisão foi anunciada pela Comissão Económica da ONU para a Europa. A proposta deverá entrar em vigor no início de 2020.

As novas regras obrigam os fabricantes a comercializar veículos com este sistema de travagem de emergência automática, que será acionado até a uma velocidade de 60 kms/hora.

Nissan aplaude iniciativa

Em declarações à TSF, o diretor de comunicação da Nissan Portugal lembra que o sistema não é uma novidade.

"A Nissan tem já sistemas automáticos de travagem, designado como sistemas de anticolisão. Não é um sistema novo para os construtores de automóveis", explicou António Pereira Joaquim, que aplaude a iniciativa.

"Qualquer sistema para aumentar a segurança dos automóveis é bem-vindo", disse.

in sítio TSF


  Seis pessoas morreram em 2017 em acidentes em passagens de nível
  [2018-4-21] 

  O número de vítimas mortais nos acidentes em passagens de nível (PN) em Portugal sofreram entre 1999 e 2017 uma redução de 77%, registando-se, no último ano, 17 acidentes nesses espaços causando seis mortos.

Questionada pela agência Lusa sobre os números que envolvem a sinistralidade ferroviária nos últimos anos, a Infraestruturas de Portugal (IP) indicou que, entre 2000 e 2017, registou-se uma diminuição de 86% no número de acidentes em passagens de nível.

Desde o final de 2000, ano em que ocorreram 119 acidentes em passagens de nível até 2017, registou-se "uma redução de 86%" no total de acidentes, resultante do investimento efetuado neste período que ascendeu a 350 milhões de euros.

Apesar da diminuição dos acidentes e do número de mortos, a IP considera que os aspetos comportamentais dos utentes, "ao não respeitarem a sinalização" das passagens de nível, "são determinantes" na sinistralidade verificada.

"Nos últimos anos, os acidentes em passagens de nível com equipamentos de proteção ativa suplantam os registados em passagens de nível passivas, pelo que os aspetos comportamentais dos utentes, ao não respeitarem a sinalização das passagens de nível, são determinantes na sinistralidade verificada no atravessamento de nível da via-férrea", lê-se numa nota da IP.

Atualmente existem 849 passagens de nível na rede ferroviária nacional, das quais 460 (54%) têm proteção através de sinalização automática (419) ou de guardas (41).

No início do ano 2000, o total de passagens de nível na rede ferroviária era de 2.494 e, em 2010, este valor foi reduzido para menos de metade (1.107).

A IP espera, "nos próximos anos", desenvolver ações em passagens de nível enquadradas no programa de investimentos Ferrovia 2020 e Plano de Proximidade, de acordo com os parâmetros previstos para a exploração ferroviária e o disposto no Decreto-Lei nº 568/99, de 23 de dezembro.

"Estas ações, que incluem a construção de desnivelamentos, a automatização de passagens de nível ou intervenções para a mitigação do risco (atuando no equipamento das passagens de nível e/ou nos acessos), têm como objetivo atingir em 2021 um valor não superior a 16 acidentes em passagens de nível", lê-se na nota.

in sítio do Diário de Notícias


  E-call - O aparelho que liga automaticamente ao 112
  [2018-3-31] 

  Chama-se eCall e visa melhorar o tempo de resposta dos serviços de emergência quando há um acidente. Novos veículos de passageiros e comerciais ligeiros terão de incorporar aparelho a partir de hoje.

A partir de hoje, os novos automóveis na União Europeia terão de estar equipados com o eCall, um aparelho que liga automaticamente aos serviços de emergência quando há um acidente. A Comissão Europeia estima que, assim que o sistema estiver completamente implementado, o eCall vai ajudar a salvar centenas de vidas todos os anos.

Como funciona o eCall? Sempre que há um choque, o eCall comunica imediatamente com os serviços de emergência, informando-os sobre a localização exata do veículo. O eCall é automaticamente ativado assim que os sensores do carro ou outros elementos, como o airbag, deteta um acidente grave.

Disparado o alerta, o equipamento contacta o número europeu de emergência 112, estabelecendo uma ligação com o centro de atendimento de emergência, a quem envia detalhes do acidente para o auxílio das autoridades. Dentro deste conjunto de informação — conhecido como Conjunto Mínimo de Dados — incluem-se dados como hora do acidente, a posição precisa do veículo acidente e a direção da viagem.

O eCall também pode ser acionado manualmente pressionando um botão no carro, por exemplo, por uma testemunha de um acidente grave ou pelo próprio acidentado.

Estima-se que o eCall possa acelerar o tempo de resposta dos serviços médicos em 40% nas áreas urbanas e em 50% nas áreas rurais, podendo reduzir o número de mortes em pelo menos 4% e o número de feridos graves em 6%, estima a Comissão Europeia.

Há anos que Bruxelas tem em cima da mesa este projeto que visa melhorar a eficácia dos serviços de emergência no auxílio a acidentados nas estradas. Em 2012, cerca de 28 mil pessoas morreram e mais de 1,5 milhões ficaram feridas em resultados de acidentes nas estradas da União Europeia.

O eCall não será uma caixa negra como existe, por exemplo, nos aviões. Apenas grava uma parte da informação. Por outro lado, o eCall não será usado para monitorizar as movimentações de um determinado condutor. O cartão SIM usado para transmitir os dados do eCall está “adormecido” e apenas é ativado quando há um acidente.

Só os novos modelos de veículos de passageiros e comerciais ligeiros fabricados a partir de hoje é que terão de passar a estar equipados com o eCall.

in sítio do Eco (sapo)


  Já pode preencher a declaração amigável de acidente no seu smartphone
  [2016-12-9] 

  A e-SEGURNET é uma nova aplicação que permite preencher a declaração amigável de um acidente no telemóvel.

Preencher a declaração amigável de acidente é sempre um processo moroso e aborrecido. Para o tornar mais rápido e simples, a Associação Portuguesa de Seguros (APS) lançou uma aplicação para smartphone, onde poderá passar a preencher a “papelada” e enviar a participação às seguradoras de cada automóvel envolvido no acidente.

A aplicação é gratuita e chama-se e-SEGURNET e neste momento está unicamente disponível para smartphones com o sistema Android, mas a APS garante que estará muito brevemente disponível para os sistemas iOS e Windows 10.

Entre as funcionalidades oferecidas pela e-SEGURNET está a possibilidade de ser feita a geolocalização do acidente, bem como documentá-lo com fotos ou vídeos.

Como funciona o e-SEGURNET?

Cada interveniente num acidente recebe um código no seu telemóvel que em conjunto com o seu número de telemóvel servirá de assinatura, a aplicação permite então descrever e documentar o acidente, bastando depois cada interveniente enviar a participação à respetiva seguradora. Posteriormente receberão um SMS com um resumo dos elementos transmitidos às seguradoras e um pdf por mail com a mesma informação.

A app e-SEGURNET será alargada em breve a outras áreas dos seguros, além do ramo automóvel, refere José Galamba de Oliveira, Presidente da APS.

Esta é a app mais completa da Europa, neste segmento, sendo uma ferramenta indispensável para os automobilistas portugueses, já que em caso de acidente poderão fazer a participação de sinistro, mesmo na vertente declaração amigável, com menos burocracias, de forma mais rápida e prática.

in sítio Motor24

Mais info em
https://www.e-segurnet.pt/


  Homem morre enquanto o seu Tesla circulava em piloto automático
  [2016-7-2] 

  Um condutor da Florida morreu depois de bater contra um camião enquanto utilizava a função de piloto automático do seu Tesla Model S. Os relatórios indicam que o automóvel não conseguiu travar quando o camião fez uma mudança de direção à esquerda num cruzamento. As causas do acidente ainda não estão totalmente claras e esta quinta-feira a Tesla anunciou que o acidente está a ser investigado pelas autoridades de segurança rodoviária norte-americanas [NHTSA]. O acidente aconteceu no dia 7 de maio, mas só agora foi divulgado.

“Foi o primeiro acidente fatal em 130 milhões de milhas percorridas com o piloto automático. Entre todos os veículos nos Estados Unidos, há, em média, um acidente fatal a cada 94 milhões de milhas. No mundo, a cada 60 milhões de milhas, aproximadamente", sustentou a Tesla. "É importante enfatizar que a ação da NHTSA é simplesmente uma avaliação preliminar para determinar se o sistema funcionou conforme o esperado."

Segundo a marca de automóveis, o acidente ocorreu porque “nem o piloto automático, nem o condutor perceberam a lateral branca do camião contra a claridade do céu e, por isso, os travões não se acionaram”.

A Tesla lamentou o sucedido, mas não se responsabiliza pelo acidente. “O piloto automático está a ser melhorado todos os dias, mas não é perfeito e ainda exige que o condutor permaneça alerta. No entanto, quando utilizado em conjunto com a atenção do condutor, os dados mostram que o piloto automático reduz o trabalho do condutor e resulta numa melhoria significativa na segurança em comparação com a direção totalmente manual”, pode ler-se no comunicado da marca.

A vítima, Joshua Brown, era um antigo SEAL (força especial da Marinha norte-americana) e um amante dos carros da Telsa. Tinha até um canal no Youtube em que partilhava as suas experiências com o piloto automático.

in sítio da Visão


  Trocos para o parquímetro da EMEL? Não é preciso!
  [2016-2-24] 

  A ePark, uma aplicação gratuita para smartphones, tem novas funcionalidades. A Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) lançou uma versão renovada da aplicação "ePark", um método de pagamento que substitui os parquímetros pelo ecrã de um "smartphone".

A nova “ePark” corrige vários erros da versão anterior, que já é usada por cerca de cem mil pessoas. Georreferenciação e o fim da necessidade de consultar um site para completar a transacção são novidades da “app”, que é gratuita.

O presidente da empresa, Natal Marques, diz à Renascença que a “ePark”, que já existe desde Setembro de 2014, tem por objectivo “facilitar a vida ao automobilista”.

A aplicação é instalada no aparelho e é de fácil utilização: "Há um pré-carregamento de um valor que fica disponível. Basta que o automobilista, depois de fazer o estacionamento, introduza a matrícula do carro e vá consumindo desse valor que previamente foi depositado”, explica.

O "entra e sai" de uma reunião, por exemplo, não é necessário porque a aplicação permite renovar o tempo de estacionamento sem que o automobilista se desloque até ao carro.

“Findo o período que foi introduzido no telemóvel, se a pessoa estiver ainda numa reunião ou numa actividade qualquer que não lhe permita a deslocação ao automóvel, pode, a partir do sítio onde estiver, carregar mais minutos para continuar a prolongar o estacionamento", detalha.

in sítio de internet da RR


  Jovens representam 10% das vítimas mortais em acidentes rodoviários
  [2015-2-3] 

  Acidentes com jovens, entre os 18 e os 24 anos, ocorrem sobretudo entre as 20h00 e as 8h00, durante os fins-de-semana.

Os jovens representam 10% do total das vítimas mortais em acidentes rodoviários, tendo a sinistralidade deste grupo etário um custo económico e social de 752 milhões de euros.

Na sessão de lançamento da edição deste ano de um programa rodoviário destinado a futuros condutores, o presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Jorge Jacob, avançou as estatísticas da sinistralidade rodoviária envolvendo jovens.

Entre 2010 e 2013, os acidentes rodoviários provocaram, entre os jovens, 325 vítimas mortais, 1.298 feridos graves e 23.546 feridos ligeiros, disse Jorge Jacob, adiantando que a sinistralidade com jovens teve um custo económico e social de 752 milhões de euros em 2010.

Segundo a ANSR, o risco de morte em acidentes de viação dos jovens, entre os 18 e os 24 anos, foi cerca de 40% superior ao da restante população e 50% dos mortos e feridos graves resultaram de despistes, seguido de colisões.

De acordo com a associação, os acidentes com jovens ocorrem sobretudo entre as 20h00 e as 8h00, sendo o período mais elevado entre as 4h00 e as 8h00, e durante os fins-de-semana, além de ocorrerem em arruamentos e estradas municipais.

As estatísticas mostram igualmente que os carros ligeiros são os veículos dominantes nos acidentes dos jovens entre os 18 e os 24 anos, sendo os desastres com motas mais superiores na restante população do que nesta faixa etária.

Apesar destes dados, Portugal ocupa o segundo lugar mais baixo da Europa em termos de risco de morte dos jovens.

in sítio página1.sapo.pt


  Cidade sem atropelamentos mortais desde que mudou limite para 30 Km/h
  [2015-2-1] 

  A cidade inglesa de Brighton and Hove, com cerca de 270 mil habitantes, não registou qualquer atropelamento mortal desde que implementou zonas com limite de velocidade de 30 km/h. Os dados correspondem apenas aos acidentes registados nestas zonas.

Este limite de velocidade foi implementado, em várias zonas da cidade, em Março de 2013, e os primeiros resultados são animadores: nos primeiros 18 meses, os acidentes fatais passaram de 1.5 de média – a cada ano e meio – para zero. O número de acidentes graves caiu 7% – de 79.5 para 74 -; e os ligeiros diminuíram bastante (18%) – de 393.5 para 322.

Os dados da segunda fase do projecto, de Junho de 2014 até finais de 2015, estão já a ser analisados. De acordo com a autarquia local, as primeiras informações dão conta de uma redução de acidentes e velocidades dos automóveis que passam nestas zonas.

Actualmente existem duas zonas com limite de velocidade de 30 km/h, mas a autarquia encontra-se na fase final da aprovação de uma terceira zona, que será bastante mais alargada, geograficamente, que as outras duas.

in sítio dos green savers


  Pais de jovens condutores defendem carta de condução gradual e caixa negra
  [2014-11-3] 

  Cerca de metade (46%) de todos os pais de condutores inexperientes europeus apoiam a tecnologia da caixa negra que lhes permite controlar a velocidade e comportamento da condução dos seus filhos, segundo novos dados obtidos pela Goodyear Europa, Médio Oriente e África (EMEA).

Na União Europeia (UE), o maior apoio a esta tecnologia por parte dos pais encontra-se em Itália (73%), Polónia (72%) e Roménia (72%). Fora da UE, existe um elevado apoio a esta tecnologia na Turquia (85%) e na África do Sul (79%). Por sua vez, a carta de condução gradual é outra iniciativa que visa a melhoria da segurança rodoviária que recebeu um forte apoio dos pais e instrutores de condução.

Foi concebido um sistema de carta de condução gradual para que novos condutores adquiram experiência e competências ao longo do tempo em ambientes de baixo risco. De uma maneira geral, a carta de condução gradual dos condutores limita a condução à noite, em auto-estradas e sem supervisão durante as fases iniciais, número e idade dos passageiros, e vai retirando estas restrições ao longo do tempo através de testes adicionais; até que o indivíduo obtenha a carta de condução completa.

in Sapo Lifestyle (extrato de notícia)


  Portugueses criam retrovisor que alerta condutores com sono
  [2014-9-6] 

  Um grupo de jovens do Porto criou um espelho retrovisor que detecta sono, cansaço, ansiedade e mudanças de humor através do rosto do condutor. Quando é detectado algum destes elementos, o espelho emite um alerta sonoro. O “HealthyDrive” só vai ser comercializado em 2015 e deverá custar cerca de 300 euros.

O dispositivo resultou de uma ideia de três jovens do Porto – Filipe Oliveira, de 31 anos, André Azevedo, de 28, e Filipe Monteiro, de 26 – que criaram a HealthyRoad, uma empresa incubada no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC).

A empresa procura reduzir a sinistralidade rodoviária, sobretudo na condução profissional. “A fadiga e a sonolência são responsáveis por uma taxa de 23% dos acidentes rodoviários. Esta tecnologia surgiu da necessidade de querer contribuir para a resolução deste problema, ao criar um produto que fosse acessível no mercado e que o utilizador pudesse adquirir e instalar sem o apoio de um técnico especializado”, explicou ao P3 Filipe Oliveira.

“Qualquer pessoa pode pegar no HealthyDrive e colocá-lo sobre o espelho já existente no automóvel. Deste modo conseguimos que a câmara que funciona como sensor biométrico fique logo direcionada para a face do condutor. A unidade de processamento tira uma série de métricas como fadiga, sonolência e stress. Em caso de perigo é dado o alerta, que é localizado através da unidade de GPS que está incorporada no espelho”, descreveu.

Os alertas são lançados através de um aviso sonoro intermitente. Quando o aviso atinge um som contínuo o condutor deve parar o veículo. Caso contrário é enviado um alerta para a central.

O HealthyDrive comunica ainda para uma plataforma online, através de uma ligação GPRS ou “wifi”, que possibilita aos gestores de frota tomarem decisões. “[O HealthyDrive] é bastante interessante para os gestores de frota. Não é só um dispositivo de alerta é também de análise estatística de determinados dados que podem ser uma mais-valia para as empresas que o utilizam”, frisa Filipe Oliveira, acrescentando que o “dispositivo [permite] analisar se um determinado condutor dirige melhor durante a noite ou durante o dia e em que horário anda mais cansado e stressado, por exemplo. A empresa consegue fazer uma melhor gestão dos seus motoristas”.

Empresas como a Ford ou a Volkswagen já têm sistemas de alerta como o “Driver Alert” e “Lane Assist” mas nenhum destes sistemas resulta de uma análise direta do condutor.

in sítio revistaport.com